04Vertizia
Onde quem cuida de rede social prova o próprio trabalho.
Nasceu como plataforma web com um time de agentes de imagem: um cria a cena, outro ajusta luz e cor, outro escreve a legenda e um crítico reprova o que não presta.
Depois de medir o uso, mudei o rumo: virou aplicativo, e sem IA. Mudar de ideia com dado na mão também é trabalho.
- NestJS
- Next.js
- Prisma
- Satori
- Expo
- Fastify




O problema
Quem cuida da rede social de clientes perde horas montando relatório à mão e perde contrato quando não consegue provar resultado. E o Instagram apaga as métricas depois de 90 dias.
O que eu construí
- Plataforma web para várias empresas, com isolamento por linha no PostgreSQL (RLS).
- Conexão com o Instagram por OAuth e histórico de métricas guardado.
- Um time de agentes de imagem: um gera a cena nova, outro ajusta luz e cor sem deformar rosto, outro troca o fundo, outro escreve a legenda e um crítico reprova o que não presta.
- Assistente de conversa, aprovações e agenda de publicação.
- Em 20/09, a virada: depois de pesquisar 187 ideias e medir o uso, virou aplicativo focado em guardar o histórico que o Instagram apaga e transformá-lo em prova de trabalho. E sem IA.
Como funciona
Gerar
Um modelo de imagem cria só cena nova; nunca edita foto de gente.
Editar
Luz, cor e fundo são ajustados por ferramenta determinística, sharp e rembg, dirigida pelo Claude.
Legendar
A legenda é desenhada por código, com Satori, na identidade visual da marca.
Criticar
Um crítico reprova a peça que não está boa antes de chegar ao cliente.
Decisões que importaram
IA gera, ferramenta edita
Por quê: Modelo de imagem deforma rosto quando edita. Ferramenta determinística nunca deforma.
Teto de gasto por dia
Por quê: Cada imagem tem custo medido, e a geração para sozinha quando bate o limite do dia.
Mudar de rumo
Por quê: Painel de métrica não é produto, o Instagram já faz isso. A dor que tem fatura é a de quem cuida da rede dos outros e precisa provar o trabalho.
O que deu errado
Todo sistema de verdade quebra de algum jeito. Estes foram os tropeços que mais ensinaram, e o que mudou por causa deles.
O anúncio saía fraco, e a culpa era nossa
O que aconteceu
O mesmo modelo de imagem que fazia peça boa fora do sistema fazia peça fraca dentro dele. Um atalho de automação pulava a etapa que escrevia o pedido profissional, e o gerador recebia o texto cru do cliente.
O que mudou
Toda geração passa pelo mesmo caminho. E antes de culpar o modelo, eu comparo com o mesmo modelo fora do sistema.
A mensagem sumia do chat, e eu chutei a causa
O que aconteceu
Ao enviar, a mensagem nova saía da vista. Corrigi a rolagem sem testar, e não era isso: um bloco da tela crescia com o conteúdo e a página inteira rolava junto.
O que mudou
Não afirmo que uma tela está certa sem abrir no navegador de verdade. Foi daí que veio o hábito de conferir cada tela por print.
O crítico que nunca aprovava
O que aconteceu
No carrossel, o crítico reprovava um slide, pedia outro e reprovava de novo, sem limite. O carrossel nunca terminava.
O que mudou
Automação que repete tem teto. O crítico passou a ter uma rodada só, e a aprovação final ficou com a pessoa.
Onde está hoje
A versão web está congelada e preservada. O aplicativo está em construção.